Estou agindo para combater o desemprego e o endividamento em Indaiatuba

O Brasil entrou em uma crise econômica por volta de 2014, no primeiro trimestre de 2017 a taxa de desemprego atingiu 13,7%, o que representa mais de 14 milhões de brasileiros sem emprego. Já neste ano, em Indaiatuba, são mais de 15 mil desempregado e 46% das famílias estão endividadas, um índice superior ao das outras cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

Meu mandato como vereador teve início em 2017, e desde então tenho apresentado propostas para auxiliar a população da cidade a enfrentar a crise econômica e de trabalho. No início do ano entrei e contato com a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, e consegui realizar uma parceria que trouxe dois cursos por meio do Programa Estadual de Qualificação Profissional para os munícipes que estavam desempregados.

Em junho do ano passado e em janeiro deste ano apresentei Indicações ao Poder Executivo solicitando a implantação da Tarifa Social, que em breve se tornará realidade, permitindo que famílias de baixa renda obtenham um desconto nas conta de água do Saae. Em outubro de 2017 e em junho deste ano também fiz Indicações para que Indaiatuba tenha uma unidade do Bom Prato, garantindo à população de baixa renda, a baixo custo, a oferta de refeições saborosas e nutritivas. Ainda em outubro do ano passado Indiquei a criação do Conselho Municipal de Trabalho, Emprego e Renda (Comter), para deliberar e acompanhar a utilização de recursos públicos empregados na geração de trabalho, emprego e renda.

Indiquei a ampliação do período de integração nas linhas de transporte urbano municipal de 30 minutos para uma hora. Apresentei propostas que foram aprovadas para doação de combustível para entidades assistenciais do município. Fiz propostas para oferecer incentivo às indústrias que utilizam água de reuso.

Nem sempre o Poder Executivo acata as sugestões e indicações de um vereador, mas fiz, tenho feito e continuarei fazendo o que julgo ser correto para auxiliar a população a enfrentar qualquer crise.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *