Mogno plantado em Indaiatuba está protegido pela minha Indicação

Em junho deste ano apresentei na sessão da Câmara uma indicação para a preservação e o tombamento de um mogno, uma espécie vulnerável originária da amazônia. A árvore está lá no Centro Esportivo do Trabalhador há 15 anos, desde que foi plantada pelo senhor Aldorindo Braz Mayer, que durante todo este tempo se dedicou à ela, agora, nada mais justo do que preservar esta importante espécie, que já esteve em risco de extinção.

O tombamento não envolve apenas “casas antigas” que preservam as raízes culturais de uma sociedade, mas também os ‘bens naturais’, uma árvore pode constituir elemento paisagístico, geográfico, turístico ou afetivo de destaque, o que justifica sua proteção. O processo é amparado pela legislação do Código Florestal Brasileiro e declara a árvore oficialmente imune ao corte, dando à espécime garantia oficial de sobrevida, ou seja: ninguém pode destruí-la, a não ser a própria natureza.

A semente que deu origem à árvore foi um presente que veio com a edição 1.773 de setembro de 2003 da revista Isto É, que, há quinze anos, denunciava a biopirataria, destacando a situação da exploração predatória do mogno, já em risco de extinção. Uma destas edições da revista foi para nas mãos do Sr. Aldorindo, de 70 anos, cultivou as sementes durante um ano e, em seguida, plantou a muda no Centro Esportivo do Trabalhador, em Indaiatuba, com a participação dos escoteiros da cidade. “Fiz a minha parte”, explica Aldorindo, agora com 85 anos, sentado à sombra do majestoso mogno que existe e está preservado em Indaiatuba.

A reportagem completa da revista pode ser conferida no link: https://istoe.com.br/acao-pela-natureza/

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